— Carregando clima…
Última Hora
• A faísca que fez protestos na França explodirem • O que J.R.R. Tolkien dizia sobre 'o momento mais trágico' de 'O Senhor dos Anéis' • Indústria da solidão: os serviços que oferecem companhia a chineses solitários • Dólar cai para R$ 5,01 com exterior e expectativa eleitoral no Brasil • Brasil define cotas para exportar com tarifas reduzidas para a Noruega • O que realmente mobiliza os eleitores de Lula e Flávio nas redes sociais? • Inadimplência do aluguel cai a menor nível em 3 anos, mostra estudo • Prejuízo com roubo de canetas para emagrecimento leva farmácias a se unir à polícia • A faísca que fez protestos na França explodirem • O que J.R.R. Tolkien dizia sobre 'o momento mais trágico' de 'O Senhor dos Anéis' • Indústria da solidão: os serviços que oferecem companhia a chineses solitários • Dólar cai para R$ 5,01 com exterior e expectativa eleitoral no Brasil • Brasil define cotas para exportar com tarifas reduzidas para a Noruega • O que realmente mobiliza os eleitores de Lula e Flávio nas redes sociais? • Inadimplência do aluguel cai a menor nível em 3 anos, mostra estudo • Prejuízo com roubo de canetas para emagrecimento leva farmácias a se unir à polícia
Ver Todas

Dólar cai para R$ 5,01 com exterior e expectativa eleitoral no Brasil

Atualizado em 21/10/2026 às 11:50 schedule 3 min de leitura visibility 1 visualizações share 0 compartilhamentos (0)
mail

O dólar comercial encerrou esta terça-feira (20) vendido a R$ 5,019, com queda de 0,58%. Foi o terceiro pregão consecutivo de baixa frente ao real. Durante a sessão, a moeda chegou a se aproximar de R$ 5,00, acompanhando o movimento de desvalorização no mercado internacional.

No acumulado de outubro, o dólar recua 3,02%. No ano de 2026, a queda chega a 8,56%. O índice DXY, que mede o desempenho da moeda norte-americana em relação a uma cesta de seis divisas fortes, recuava cerca de 0,26% no fim da tarde.

A queda refletiu, entre outros fatores, dados mais fracos do setor imobiliário dos Estados Unidos e expectativas sobre a trajetória dos juros no país. A redução dos rendimentos dos títulos do Tesouro norte-americano, os Treasuries, também contribuiu para o movimento. Quando esses rendimentos caem, investimentos em outros mercados podem se tornar relativamente mais atraentes, favorecendo a entrada de recursos em países emergentes, como o Brasil.

No mercado doméstico, a perspectiva de entrada de capital estrangeiro na Bolsa ajudou a sustentar o real. A movimentação ocorre em meio à expectativa dos investidores sobre os desdobramentos da disputa presidencial, que também influencia a percepção de risco dos ativos brasileiros.

Ibovespa

O Ibovespa encerrou o pregão aos 208.295,98 pontos, com valorização de 1,57%. Durante a tarde, o principal índice da B3 chegou à máxima de 208.941,57 pontos, avanço de 1,88% em relação ao fechamento anterior. O resultado levou o índice ao maior nível desde 9 de outubro.

O desempenho foi favorecido pelo ingresso de recursos estrangeiros e pelo avanço de ações de empresas sensíveis às expectativas de juros e à atividade econômica. A expectativa de condições financeiras mais favoráveis pode beneficiar companhias que dependem de crédito e consumo. Juros menores, por exemplo, tendem a reduzir o custo de financiamento e podem estimular a atividade econômica, embora os efeitos variem conforme a situação de cada empresa.

Petróleo recua

No mercado internacional, o petróleo Brent, referência para as negociações globais, fechou em queda de 0,69%, a US$ 108,79 por barril. A baixa ocorreu em meio a notícias sobre possíveis avanços nas negociações entre Estados Unidos e Irã para um acordo relacionado ao conflito no Oriente Médio. A perspectiva de redução das tensões geopolíticas diminuiu parte da pressão sobre os preços do petróleo.

Como o produto afeta os custos de energia e transporte, a queda influencia as expectativas de inflação mundial. Uma redução sustentada dos preços pode aliviar pressões inflacionárias e influenciar as decisões de política monetária das principais economias.

Esta matéria foi publicada primeiro em Economia · Agência Brasil e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.

Leia a seguir Economia Inadimplência do aluguel cai a menor nível em 3 anos, mostra estudo A inadimplência dos aluguéis no Brasil caiu para 2,93% em setembro, o menor patamar desde abril de 2023,… Continuar leitura arrow_forward

Continue neste assunto

Comentários nesta matéria

Comentário público sobre este texto. Após envio, a redação analisa antes de publicar. Para proposta de pauta ou assuntos privados, use mensagem à redação na sua conta.

Ainda não há comentários publicados nesta matéria.

Sua avaliação desta matéria

Clique nas estrelas para avaliar — pediremos que entre com seu e-mail.

Entre com seu e-mail para comentar nesta matéria (enviamos um link rápido, sem cadastro longo).

Entrar para comentar

Sobre o autor

Por Ivan Marra

Quem sou eu

Sou desenvolvedor de software fullstack com mais de 20 anos de experiência na criação de soluções inteligentes, seguras e escaláveis. Atuo desde o backend até o design de interfaces, unindo…

Mais de Ivan Marra