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Dar a Deus o que é de Deus e ao mundo o que é dele

Atualizado em 15/10/2026 às 20:20 schedule 2 min de leitura visibility 1 visualizações share 0 compartilhamentos (0)
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O arcebispo de Passo Fundo (RS), dom Rodolfo Luís Weber, reflete sobre a passagem do Evangelho em que fariseus e partidários de Herodes se unem para tentar apanhar Jesus em alguma palavra. O episódio é marcado por uma pergunta-armadilha: “É lícito ou não pagar imposto a César?”

Segundo a reflexão, qualquer lado pelo qual Jesus optasse traria riscos. Se respondesse que era lícito pagar o imposto, poderia ser acusado de colaborador do poder romano. Se dissesse que não era lícito, estaria desafiando diretamente a autoridade de César.

A união entre fariseus e partidários de Herodes chama a atenção porque esses grupos tinham posições distintas e não costumavam agir juntos. O objetivo comum, no entanto, era encontrar um pretexto para comprometer Jesus diante do povo ou das autoridades.

Diante da pergunta, Jesus pede que lhe mostrem uma moeda e pergunta de quem são a imagem e a inscrição nela gravadas. A resposta indica que a moeda traz a efígie de César. A partir disso, vem a orientação que dá título à reflexão: dar a Deus o que é de Deus e ao mundo o que é dele.

A passagem convida a distinguir as obrigações civis das obrigações de fé, sem que uma anule a outra. O texto não detalha outros desdobramentos do episódio nem apresenta posicionamentos adicionais do arcebispo sobre o tema.

Esta matéria foi publicada primeiro em Religião · CNBB e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.

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Por Ivan Marra

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