— Carregando clima…
Última Hora
• TSE não participa de mudança de locais de votação, diz Nunes Marques • TSE reúne Meta e campanhas para tratar de restrições de postagens • Quase 90% de conteúdos virais sobre saúde são falsos, diz Agência Lupa • MPF investiga chefe da PF por possível vazamento no caso INSS • Pacote eleitoral de Lula sob suspeita. PF e Moraes pressionam Flávio • Quando o conhecimento é abundante, o que a educação precisa ensinar? • Trump cobra acordo de Zelensky com a Rússia para encerrar guerra na Ucrânia • Gilmar Mendes e Hugo Motta reforçam defesa das instituições antes do 2º turno • TSE não participa de mudança de locais de votação, diz Nunes Marques • TSE reúne Meta e campanhas para tratar de restrições de postagens • Quase 90% de conteúdos virais sobre saúde são falsos, diz Agência Lupa • MPF investiga chefe da PF por possível vazamento no caso INSS • Pacote eleitoral de Lula sob suspeita. PF e Moraes pressionam Flávio • Quando o conhecimento é abundante, o que a educação precisa ensinar? • Trump cobra acordo de Zelensky com a Rússia para encerrar guerra na Ucrânia • Gilmar Mendes e Hugo Motta reforçam defesa das instituições antes do 2º turno
Ver Todas

CCJ do Senado aprova texto-base da PEC da Segurança Pública

Atualizado em 03/09/2026 às 12:05 schedule 3 min de leitura visibility 24 visualizações share 0 compartilhamentos (0)
mail

CCJ do Senado aprova texto-base da PEC da Segurança Pública

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado Federal aprovou, em votação simbólica na tarde desta quarta-feira (2), o texto-base da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 18/2025, conhecida como PEC da Segurança Pública. De autoria do Poder Executivo, a proposta endurece regras para chefes de facções criminosas e estabelece novo pacto federativo entre União, estados e municípios para o enfrentamento ao crime organizado. O texto já havia passado pela Câmara dos Deputados na forma de substitutivo.

O relator da proposta, senador Rogério Carvalho (PT-SE), afirmou que a criminalidade organizada deixou de ser um problema estadual isolado e assumiu dimensão nacional e internacional. Segundo ele, as facções foram gestadas no interior de presídios estaduais e se enraizaram em territórios vulnerabilizados, aproveitando-se de um modelo descentralizado de segurança pública, sem mecanismos efetivos de governança ou diálogo interfederativo.

Como um dos destaques apresentados na CCJ não foi analisado durante a reunião, o colegiado deverá retomar a votação em outro momento para concluir a análise do projeto. De acordo com o líder do governo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues (PT-AP), a PEC só deve ser votada em plenário no próximo esforço concentrado, previsto para a segunda semana de outubro, após o 1º turno das eleições.

No parecer, Carvalho rejeitou a maior das emendas apresentadas. Entre as acolhidas estão as que impedem a inserção, na Constituição Federal, da previsão de arrecadação de recursos de empresas de apostas digitais, as bets. O dispositivo, incluído pelos deputados durante a tramitação, destinava 30% da arrecadação das apostas de quota fixa, após deduções, ao Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP) e ao Fundo Penitenciário Nacional (Funpen). Na versão aprovada pelos senadores, o trecho foi retirado, passando a definição para lei ordinária.

O texto-base também propõe a constitucionalização do Sistema Único de Segurança Pública (Susp), com cooperação entre órgãos de segurança do país. A PEC estabelece penas mais duras e regimes especiais de prisão para chefes de facções e milícias, amplia atribuições da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e prevê a possibilidade de criação de polícias municipais de natureza civil. Entre as emendas rejeitadas estavam a que criava um Sistema Nacional de Antecedentes Criminais (SINAC) na Constituição e a que incluía agentes de trânsito entre os órgãos de segurança pública previstos na Carta Magna.

Esta matéria foi publicada primeiro em Política · Agência Brasil e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.

Leia a seguir Política TSE reúne Meta e campanhas para tratar de restrições de postagens O ministro Marco Aurélio Belizze, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), se reuniu nesta terça-feira (20) com… Continuar leitura arrow_forward

Continue neste assunto

Comentários nesta matéria

Comentário público sobre este texto. Após envio, a redação analisa antes de publicar. Para proposta de pauta ou assuntos privados, use mensagem à redação na sua conta.

Ainda não há comentários publicados nesta matéria.

Sua avaliação desta matéria

Clique nas estrelas para avaliar — pediremos que entre com seu e-mail.

Entre com seu e-mail para comentar nesta matéria (enviamos um link rápido, sem cadastro longo).

Entrar para comentar

Sobre o autor

Por Ivan Marra

Quem sou eu

Sou desenvolvedor de software fullstack com mais de 20 anos de experiência na criação de soluções inteligentes, seguras e escaláveis. Atuo desde o backend até o design de interfaces, unindo…

Mais de Ivan Marra