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Brasil encerra Mundial de paraciclismo de estrada com cinco medalhas

Atualizado em 08/09/2026 às 16:50 schedule 2 min de leitura visibility 6 visualizações share 0 compartilhamentos (0)
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O Brasil encerrou o Campeonato Mundial de paraciclismo de estrada, disputado em Huntsville, nos Estados Unidos, com cinco medalhas. No último dia da competição, nesta segunda-feira (7), a paranaense Victoria Barbosa conquistou o bronze na prova de resistência da classe C1, destinada a atletas com deficiências motoras severas que utilizam bicicletas convencionais. A vitória foi da chinesa Wangwei Qian, seguida pela australiana Tahlia Clayton-Goodie.

Esta foi a segunda medalha de Victoria no Mundial. No sábado (5), ela já havia ficado em terceiro lugar no contrarrelógio da classe C1, prova vencida por Clayton-Goodie, com Qian em segundo. Após o novo pódio, a ciclista comentou, em publicação no Instagram, que a conquista tem grande significado por representar o trabalho e a dedicação de cada dia, e que, embora desejasse um resultado melhor, reconhece que nem sempre as coisas acontecem como se imagina.

Também no sábado, Lauro Chaman subiu ao pódio no contrarrelógio da classe C5, para atletas com comprometimentos físico-motores mais leves. O paulista ficou com o bronze, atrás do norte-americano Elouan Gardon, primeiro colocado, e do holandês Daniel Gebru, segundo.

No domingo (6), a paranaense Jady Malavazzi foi vice-campeã mundial na prova de resistência da classe WH3, na qual cadeirantes utilizam handbikes, bicicletas movidas com os braços. O ouro ficou com a francesa Anais Vincent, e o bronze com a australiana Lauren Parker.

A primeira medalha brasileira em Huntsville veio na sexta-feira (4), também na classe WH3, com Jéssica Messali, que conquistou o bronze no contrarrelógio. A paulista ficou atrás de Parker, campeã, e de Vincent, vice-campeã.

Esta matéria foi publicada primeiro em Brasil · Agência Brasil e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.

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Por Ivan Marra

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